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Soda, 18 vezes, andando pelo bosque, letrando, causando influências lúdicas, num silêncio a dois,num barulho a mil,portadora de um alto teor de cortisona e vítima de parassonia crônica.
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Templates by Marina
[samedi, avril 30, 2005]
Pela primeira vez discutiram a relação.Ela o acusou de negligência, porém, Roberto era um homem de palavra.Ele cumprira todas as coisas que havia lhe prometido. Roberto amava Marina e prometeu amá-la até o dia em que ela morresse. Marina foi encontrada morta no dia seguinte. Marina havia sido envenenada.
por Soda * 11:09 AM
[mardi, avril 26, 2005]
Se o pícaro fosse menos egocêntrico,o mundo não seria o mundo,seria outra coisa.
por Soda * 5:24 PM
[samedi, avril 23, 2005]
-Pára,para!
-Que foi?
-Eu não vou conseguir.
-Por que? Tá com nojo de mim?
-Não,não é isso.
-Lógico que é.
-Acho que deve ser isso mesmo.
Ela levantou e foi embora.Se sentiu mal.Ele também.Desceu uma lágrima do olho esquerdo dos dois.
por Soda * 11:02 AM
[mardi, avril 19, 2005]
Estoumeio sem tempo pra postar agora...tenho que cuidar do meu neopet!Quero um template personalizado.Alguém aí faz barato?Hehe!
por Soda * 11:02 AM
[vendredi, avril 15, 2005]
Tudo parece estar resolvido quando amanhece.Problemas,problemas;todos eles aparentam ser tão pequenos depois de uma noite de son(h)o...Parecem todos mais reais.Não mais reais porque são mais visíveis e sim porque estão menos importantes.Coisas reais,coisas comuns.Talvez por isso eu não queira dar importância a eles,poque eles são comuns demais.Eu não queria depender de alguém porque tudo se desfaz...parece que a eternidade é muito pouco instável pra mim.
por Soda * 3:15 PM
[mercredi, avril 13, 2005]
T.P.M.
por Soda * 3:05 PM
[samedi, avril 09, 2005]
Os Três Mal-Amados
Joaquim:
O amor comeu meu nome, minha identidade, meu retrato. O amor comeu minha certidão de idade, minha genealogia, meu endereço. O amor comeu meus cartões de visita. O amor veio e comeu todos os papéis onde eu escrevera meu nome.
O amor comeu minhas roupas, meus lenços, minhas camisas. O amor comeu metros e metros de gravatas. O amor comeu a medida de meus ternos, o número de meus sapatos, o tamanho de meus chapéus. O amor comeu minha altura, meu peso, a cor de meus olhos e de meus cabelos.
O amor comeu meus remédios, minhas receitas médicas, minhas dietas. Comeu minhas aspirinas, minhas ondas-curtas, meus raios-X. Comeu meus testes mentais, meus exames de urina.
O amor comeu na estante todos os meus livros de poesia. Comeu em meus livros de prosa as citações em verso. Comeu no dicionário as palavras que poderiam se juntar em versos.
Faminto, o amor devorou os utensílios de meu uso: pente, navalha, escovas, tesouras de unhas, canivete. Faminto ainda, o amor devorou o uso de meus utensílios: meus banhos frios, a ópera cantada no banheiro, o aquecedor de água de fogo morto mas que parecia uma usina.
O amor comeu as frutas postas sobre a mesa. Bebeu a água dos copos e das quartinhas. Comeu o pão de propósito escondido. Bebeu as lágrimas dos olhos que, ninguém o sabia, estavam cheios de água.
O amor voltou para comer os papéis onde irrefletidamente eu tornara a escrever meu nome.
O amor roeu minha infância, de dedos sujos de tinta, cabelo caindo nos olhos, botinas nunca engraxadas. O amor roeu o menino esquivo, sempre nos cantos, e que riscava os livros, mordia o lápis, andava na rua chutando pedras. Roeu as conversas, junto à bomba de gasolina do largo, com os primos que tudo sabiam sobre passarinhos, sobre uma mulher, sobre marcas de automóvel.
O amor comeu meu Estado e minha cidade. Drenou a água morta dos mangues, aboliu a maré. Comeu os mangues crespos e de folhas duras, comeu o verde ácido das plantas de cana cobrindo os morros regulares, cortados pelas barreiras vermelhas, pelo trenzinho preto, pelas chaminés. Comeu o cheiro de cana cortada e o cheiro de maresia. Comeu até essas coisas de que eu desesperava por não saber falar delas em verso.
O amor comeu até os dias ainda não anunciados nas folhinhas. Comeu os minutos de adiantamento de meu relógio, os anos que as linhas de minha mão asseguravam. Comeu o futuro grande atleta, o futuro grande poeta. Comeu as futuras viagens em volta da terra, as futuras estantes em volta da sala.
O amor comeu minha paz e minha guerra. Meu dia e minha noite. Meu inverno e meu verão. Comeu meu silêncio, minha dor de cabeça, meu medo da morte.
João Cabral de Melo Neto
por Soda * 11:27 AM
[jeudi, avril 07, 2005]
"Two jumps in a week
I bet you think that's pretty clever don't you boy?
Flying on your motorcycle,
Watching all the ground beneath you drop
You'd kill yourself for recognition,
Kill yourself to never ever stop
You broke another mirror,
You're turning into something you are not
Drying up in conversation,
You will be the one who cannot talk
All your insides fall to pieces,
You just sit there wishing you could still make love
They're the ones who'll hate you
When you think you've got the world all sussed out
They're the ones who'll spit at you,
You will be the one screaming out"
High & Dry nos diz muita coisa sobre o tal assunto,não acha?
Sinto saudades do Ritz Café e de como as pessoas eram naquela época.Bem,eu não sou a única que sente falta disso.
por Soda * 11:33 AM
[mardi, avril 05, 2005]
Pe.Brendan tava meio apático hoje.Deve ter sido a morte do Papa.Bateu uma saudade tão grande da Lalígia...queria que ela estivesse do meu lado.Tanta coisa aconteceu comigo(e com ela,principalmente) e ela não sabe.Bateu saudade também da coxinha do seu Aloísio,do algodão doce e do sorvete do parque de Quixeramobim...sinto falta de quando eu tinha sete anos...era tão bom pensar que todas as pessoas eram sinceras com a gente e que falavam por que gostava muito da gente,não por convenção.As melhores coisas não têm volta.Dia nostalgico,esse.Mas estou feliz agora.Muito feliz.
por Soda * 11:11 AM
[lundi, avril 04, 2005]
Celly Campello - Filme Triste
by Celly Campello
Fiiilme triste
que me fez chora
meu broto me avisou
que ia estudar ai ai ai ai
e ao cinema eu fui
me destrair ai ai ai ai
e ao chegar nem quis acreditar
eu vi meu bem sentado
com alguem em frente a mim
e os dois agarradinhos eu notei ai ai ai ai
a minha melhor amiga me traiu ai ai ai ai
trocavam beijos e eu quase morri
e do principio ao fim do filme eu chorei
o o o fiiilme triste que me fez chorar
o o o fiiilme triste que me fez chorar
e ao chegar em casa mamae vio ai ai ai ai
os meus olhos vermelhos de chorar
e abraçada a ela eu expliquei
que o filme foi tao triste que eu chorei
o o o fiiilme triste que me fez chorar
o o o fiiilme triste que me fez chorar
*Essa música é tããão bonitinha!
por Soda * 10:56 AM